Guernica por Minha Subjetividade, obra abstrata de Chyara Feer em ambiente com sofá.

Obra de Chyara Feer

Guernica por Minha Subjetividade

Memória, dor, caos e reconstrução interior.

Em Guernica por Minha Subjetividade, Chyara Feer se aproxima de uma das imagens mais marcantes da história da arte sem buscar reproduzi-la. A referência é atravessada por sua própria percepção e reaparece como uma releitura íntima, emocional e contemporânea.

Pinceladas intensas, contrastes escuros e rasgos de cor constroem uma atmosfera densa. Dor, memória e caos deixam de ser apenas referência externa e passam a ocupar o campo da pintura como conflito, lembrança e possibilidade de reconstrução interior.

A obra permanece nesse território de elaboração: marcas podem continuar presentes e, ainda assim, mudar de forma. A pintura não apaga o que aconteceu; cria outra possibilidade de leitura para aquilo que ficou.

Detalhes

Pinceladas fluidas e orgânicas, formas sempre em transformação.

Guernica por Minha Subjetividade, obra abstrata de Chyara Feer em ambiente com sofá.
Guernica por Minha Subjetividade, obra abstrata de Chyara Feer em ambiente com sofá.
Guernica por Minha Subjetividade, obra abstrata de Chyara Feer em ambiente com sofá.
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