Criada em 2025, Amelie e o Palhaço Saltitante constrói uma leitura sensível da figura do palhaço, aproximando ruptura, vulnerabilidade e humanidade.
Na linguagem do palhaço, o erro não precisa ser escondido: pode ser exposto, acolhido e transformado em vínculo. Chyara leva essa ideia para a tela em uma composição vibrante, guiada pela liberdade do movimento, pela intensidade cromática e pela presença simbólica do riso diante da falha.
A figura do palhaço aparece, assim, como lugar de quebra de padrões e de exposição da imperfeição. A obra permanece nesse intervalo entre fragilidade e coragem, sem separar uma da outra.



