Jards Macalé integra o conjunto Expressionismo Abstrato e é apresentada como homenagem a uma alma “imensamente viva e criativa”. A continuidade aparece como eixo declarado da obra.
Em vez de transformar a homenagem em retrato ou explicação biográfica, a pintura permanece no campo da abstração. O título estabelece a referência, enquanto movimento, cor e matéria conduzem a experiência visual por seus próprios caminhos.
A ideia de continuidade permite que a homenagem seja percebida como permanência de uma força criativa, sem exigir uma representação literal. Assim, nome e pintura se relacionam sem que um precise limitar o outro.



